Alysson diz que cadastro do Minha Casa Minha Vida no Marielle Franco é responsabilidade do MST e da Caixa


A situação das famílias que vivem no assentamento Marielle Franco, na região do bairro Defesa Civil, em Rio Branco, voltou a ser discutida nesta terça-feira, 19, durante visita do prefeito Alysson Bestene e do vereador Hildegard Pascoal à comunidade.
Durante a agenda, Alysson afirmou que a Prefeitura de Rio Branco não teve participação no cadastramento das famílias para o programa Minha Casa Minha Vida relacionado ao empreendimento previsto para a área.
Segundo o prefeito, o processo foi conduzido pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) junto à Caixa Econômica Federal.
“Primeiro é importante reforçar isso, a prefeitura de Rio Branco não tem responsabilidade por esse cadastramento na Caixa Econômica”, declarou.
De acordo com Bestene, a atuação do município ocorreu apenas no apoio inicial relacionado à documentação. “Nós apenas, no primeiro momento, demos apoio inicial com o trâmite da documentação”, acrescentou.
Apesar disso, o prefeito afirmou que a gestão municipal irá acompanhar a situação por se tratar de uma área urbana da capital.
“Agora a gente, por ser uma área urbana, vai mediar esse processo e cobrar para que realmente saia esse empreendimento e as famílias tenham o sonho da casa”, disse.
Foto: Vitor Paiva
Durante a visita, Alysson também informou que a Secretaria Municipal de Assistência Social fará um novo cadastramento das famílias que vivem no assentamento, voltado ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social.
“Por parte também da prefeitura, a gente vai dar assistência através da Secretaria de Assistência Social, cadastrando as famílias que têm vulnerabilidade social”, afirmou.
O vereador Hildegard Pascoal disse que a situação da comunidade passou a ser acompanhada mais de perto após reuniões realizadas no local.
“Foi chamado aqui, acho que aqui foi o pontapé inicial. Tanto que até mesmo no meu dia da posse eu estava aqui em reunião com muita gente”, declarou.
Segundo o parlamentar, os problemas identificados na área são maiores do que o inicialmente imaginado. “Quando a gente foi olhar mais de perto, viu que os problemas são bem maiores do que a gente imaginava”, disse.
Pascoal também defendeu a participação de outros órgãos públicos nas tratativas envolvendo o empreendimento habitacional.
“Vai ter que entrar prefeitura, governo, Câmara e Ministério Público para tentar resolver a situação dos moradores”, afirmou.
Ao comentar o andamento do processo, o vereador também criticou a condução da situação envolvendo o assentamento. “Ficou claro que a intenção deles não é ver isso desenvolver”, declarou.
Após a agenda no assentamento, a equipe visitou uma quadra esportiva do bairro que necessita de restauração.

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